Às vezes como que sinto que estou a viver uma vida que não é a minha! Tal como uma personagem encaixada à força num guião, sem qualquer poder de escolha...
O meu argumento era indiscutivelmente mais giro, mais interessante e com muito mais glamour...
Sempre elegante e charmosa, com uma energia inesgotável e uma alegria constante, seria uma profissional admirada, a mãe perfeita e a mais mimada das esposas!
A mulher perfeita, sem qualquer esforço!
Ao invés, assisto como protagonista à película da “gata borralheira” na versão mulher moderna. Nos dias actuais, a escravidão está não só nos tachos e nas panelas como também na exigência que criamos em nós mesmas.
Armamo-nos em heroínas, dispostas a cumprir todos os papeis que é suposto desempenharmos na perfeição e dividimo-nos entre tarefas mais ou menos necessárias que vão desde a depilação, a aplicação diária de cremes para esconder os “vincos”, que de dia para dia se multiplicam, a confecção de refeições equilibradas, pois há que estar atenta às dietas das crianças, e por aí fora, até chegarmos ao serão em familia. E aí, nem pensar em não estarmos sorridentes e bem-dispostas, FANTÁSTICAS e sem qualquer vestígio de cansaço…
...afinal somos Super Mulheres!

todas as mães são supermulheres, umas mais do que outras mas sim!! cada dia mais vejo o esforço que é necessário..e penso..ser mãe deve ser óptimo,mas não é para qualquer ser humano!!tem de ser super mesmo!!!
ResponderEliminarUm exemplo de nós são as meninas do sex and city....amoooo elas! parabéns pelo blog!
ResponderEliminarbijoks..
Temos que nos multiplicarmos em 3 ou 4 para dar conta da rotina e obrigações diária...
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